segunda-feira, 30 de março de 2009

Morto-vivo

Em meu peito
Um amor errante
Que devora a pura
Dignidade sufocada
Presa no amago
Sofrido e apavorado
Tendo muito medo
De ser um morto-vivo
Incapaz de amar!
Neste improvável peito,
Explode o mistério
Da real necessidade
Da vida que só acontece,
Para quem se deu,
Para quem amou,
Para quem sofreu...
Enchendo de luz,
A esperança redentora.




HS

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